Mercado Xique Blog

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Novidade boa: curso de Design de Moda em Aracaju!

Alô, povo das modas! Aracaju acaba de ganhar o tão esperado curso de Design de Moda, sim, sim. Tem anos que burburinhos rodam por aí de que isso aconteceria, mas quando a gente achava que tava quase lá... nada! E dessa vez é verdade, aleluia, irmãos! Coloquem suas Vogues debaixo do braço, preparem suas máquinas de costura e vamos estudar que agora é valendo.

Deixando as brincadeiras de lado, o nosso mercado de moda merecia, afinal, já temos sim uma movimentação real há algum tempo, em diversas áreas. Temos confecções que precisam de costureiras, de estilistas, de desenhistas, assim como multimarcas que precisam de bons produtores de moda pra seus desfiles e campanhas, por consequência alguém que entenda de marketing focado nessa área e por aí vai. 

Pra inaugurar o curso tecnólogo que dura dois anos e meio, a Universidade Tiradentes - UNIT convidou ninguém menos que o estilista Alexandre Herchcovitch pra uma palestra em formato de bate papo com os alunos e convidados como uma aula inaugural. Eu estive lá (cheguei atrasada porque tava doente - raiva!) e tentei trazer um pouquinho do que ele falou por lá e uma entrevista bem legal com o coordenador do curso, o Edilberto Marcelino, que foi super querido e atencioso. 


Maria Fernanda Goes (estava presente na plateia) - Pra estar no curso de Design de Moda, é preciso saber desenhar? 
Alexandre: Eu não acho que o desenho seja essencial pra você criar, o que é essencial é você ter uma boa ideia, porque você pode até contratar alguém pra passar essa ideia pro papel, o que é mais difícil é ter ideias, não é desenhar. O meu desenho não é artístico, é um desenho técnico feito à mão. E eu peço que toda a minha equipe também faça o desenho à mão porque eu acho que você consegue com o traço passar muito mais dados e emoção pra roupa que eu acho importante pra interpretação do modelista e da costureira. Mas quando eu fiz faculdade a matéria de Desenho de Moda era um problema pra mim, porque eu gostava, mas não amava. E hoje às vezes eu nem desenho, eu vou falar com a minha modelista e explico, falo pra ela o que eu quero. 

"Às vezes o meu discurso é mais eficaz que meu desenho, então por isso que com o passar dos anos eu não fiquei me pressionando tanto." A.H. 

Edilberto, coordenador do curso de Design de Moda na UNIT e Alexandre Herchcovitch na aula inaugural


Bele: Fale mais sobre o curso, como está sendo a aceitação do público, dos alunos. 

Edilberto: Foi feita uma pesquisa a pouco mais de dois anos atrás para verificar a viabilidade do curso, as áreas de atuação e onde esse profissional se enquadraria em Sergipe e vimos que temos um mercado crescente, muitas vezes pouco reconhecido, e autodidata, além de uma população que mantém-se continuamente a procura de conhecimento específico, que faz cursos curtos em outros Estados e até presta vestibular para cursar graduação em Moda nas cidades vizinhas. 

O nosso objetivo ao montar o nosso curso de Moda foi atender a esse mercado crescente e possibilitar o contato com as diversas áreas que englobam a Moda, além do estilismo e modelagem, as questões de empreendedorismo, estética, fotografia e vitrinismo, por exemplo, o que permite ampliar o horizonte de possibilidades para àqueles que já estão inseridos no mercado e oferecer um segmento de atuação para aquele que gosta de moda, que quer trabalhar nessa área, mas não sabe exatamente com quê. Nesse primeiro ano, a aceitação está sendo muito boa. Tivemos uma boa procura no Vestibular e estamos com duas turmas bem interessantes, que já conseguiram entender a nossa proposta de curso e estão bem animados para o que está por vir a cada novo dia de aula.

Bele: Para onde, de fato, você acha que esses alunos vão no decorrer (e ao finalizar) o curso? Dentre as áreas de estilismo, produção, etc... Vendo hoje o mercado sergipano de moda, onde você vê eles trabalhando?
Edilberto: Apesar do curso ter sido construído em cima da necessidade do nosso mercado, o nosso aluno sairá pronto para atuar onde ele quiser. Eu consigo enxergar em meus alunos muito potencial para movimentar Sergipe, seja na viabilização de produtos mais adequados ao nosso clima e ao perfil da nossa população, seja na produção de peças com qualidade superior nas confecções da capital e dos interiores, seja assessorando personalidades e empresas com serviços de styling e até trabalhando na indústria têxtil desenvolvendo estamparia e se envolvendo com mais conhecimento e experiência para elevar a qualidade dos nossos tecidos. 

Teremos muitos estilistas novos, mas também teremos muito profissional que trabalhará para o reconhecimento dos nossos produtos, disseminando a nossa moda em sites, revistas, jornais etc. Teremos profissionais que saberão sobre moda, a ponto de discutir da estética ao acabamento e preço das peças.

Bele: Na palestra, o Alexandre comentou que não acha o saber desenhar essencial pra quem trabalha com moda... como está a grade de matérias do curso?

Edilberto: A nossa matriz curricular foi construída a fim de que o profissional formado tenha o conhecimento de todas as etapas básicas do mercado de Moda. Inicialmente ele se encontrará com disciplinas básicas para que eles entendam os fundamentos estéticos e estruturais. Em seguida eles passarão por uma fase em que eles aprenderão mais sobre a construção e concepção das peças, para que, por fim, eles aprendam a se colocar no mercado e promover os produtos. Todos esses conhecimentos são essenciais, independente da área de atuação escolhida pelo nosso formando. 

Por exemplo, se um dos nosso alunos quer ser Comprador de Moda para algumas lojas, ele sabe distinguir o perfil do consumidor de cada uma delas e na hora de selecionar as marcas ele estará atento à composição dos tecidos, modelagem e acabamentos, para avaliar o custo-benefício e se o produto se adéqua à todas as variáveis das necessidades do consumidor final, fornecendo ao seu contratante um estoque de peças que estão de acordo com as tendências e que não vão encalhar na loja. Para chegar a esse resultado ele teve que conhecer todo o processo, passando pelas disciplinas de modelagem, comportamento do consumidor, estética e estudo arte, história da moda, materiais e tecnologias têxteis, criação de moda e produção de moda, por exemplo.

Bele:  Quem são os professores? São de Aracaju? Como foi essa procura por eles?

Edilberto: Alguns dos nossos professores são da Universidade e outros foram contratado para o curso de Moda. Os professores foram escolhidos a partir do seu conhecimento específico na disciplina que ministrará. Os nossos professores de Informática Aplicada a Moda, por exemplo, tem anos de conhecimento dos softwares utilizados na disciplina e voltam a sua utilização para a necessidade do mercado, e é com esse raciocínio que seguimos montando o nosso corpo docente. Quanto ao processo de busca pelos professores, é um trabalho de seleção, muitos profissionais entraram em contato, muitos nós que entramos, mas todos eles passam por uma avaliação, a fim de identificar àqueles que possuem o conhecimento e que se enquadram no perfil de professor.



Bele:  Como é o perfil dos alunos recém-chegado? O que eles tem mostrado esperar sobre o curso?

Edilberto: O nosso aluno não chegou ao curso sem saber o que queria, todos eles conhecem um pouco do mercado e querem se aplicar. Eu tenho na turma Misses, modelos, blogueiras, donas de loja, gerentes, visual merchandising, costureiras, jornalistas, donas de confecções, modelistas e estilistas, os poucos que ainda não trabalham na área carregam conhecimento de anos de leitura. Todos vieram com o objetivo de ampliar os horizontes, se aplicar mais na área e desenvolver melhores produtos. As apostas que fizeram no curso são altas e estamos preparados para atendê-las e, sempre que tivermos oportunidade, tentaremos superá-las.


No final da palestra, o Alexandre deu um recado final tipo conselho, rs, pra todo mundo que estava entrando no curso. Mostrou que é legal ter a percepção de que dentro de Moda existem mais de 50 profissões diferentes, não só a de estilista como pensa a maioria. "Existem mais de 150 faculdades de Moda no Brasil, se todo mundo que se formasse quisesse ser estilista, não tinha gente suficiente pra comprar tanta roupa.". Deu o exemplo de como a função de costureira está cada vez mais extinta quando ao mesmo tempo há uma demanda enorme de coleções e criações a serem colocadas em prática. Deu a dica, hein? 

No mais, aos que estão matriculados, se joguem! Aproveitem cada dia de aula pra mergulhar nesse mundo incrível que é Moda. Eu fiquei louca pra fazer, mas a falta de tempo da pessoa não permite (prioridades, calma, Bele...). Mas sempre vou tá aqui de olhos abertos e ansiosa pra ver essa galera criativa saindo e fazendo o nosso cenário de Moda cada vez mais forte. Sigamos!

Beijos e tenham uma semana iluminada,
Bele. 

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Diário de mini viagem: bastidores da Coutto Orchestra no Recbeat 2015!

Outro diário de mini viagem! Bom, dessa vez coloquei o pé na estrada acompanhando os meninos da banda pro show que rolou lá em Recife-PE, num festival muuuito legal, o Recbeat, que esse ano tá completando 20 anos. A Coutto Orchestra tocou na segunda, dia 16, juntinho de várias outras atrações como Thiago Pethit, Mombojó e Marquise Knox. Vou tentar contar pra vocês sobre como é viajar com a banda e como acontecem as coisas nos bastidores. É um trabalho super (super) cansativo, mas é uma delícia! Aí vai:

3:00 - Saímos de Aracaju na segunda de madrugada, mas antes disso rola muita coisa. Sempre que a banda viaja a gente marca lá em casa pra ser o ponto de encontro e partida. É hora de organizar os instrumentos, cabos, figurinos e organizar os últimos detalhes, como por exemplo imprimir algum documento que precisa ser levado na mala como contratos e autorizações ou até mesmo a lista de músicas do show. É sempre bom ter um checklist com tudo o que precisam levar, porque se esquecer um cabo que seja, já era!


10:00- Chegada em Recife! Ficamos no Park Hotel, que fica em Boa Viagem e assim que chegamos saímos andando pra lanchar alguma coisinha pra segurar até o almoço. Depois voltamos pro hotel pra dar uma descansada rápida e tirar aquele ronco, afinal, viagem assim nunca dá pra super descansar na van, ainda mais com a nossa motorista nem um pouco rápida, que fez a gente se remexer e dar uns pulinhos durante a viagem, hehe. 



Lá no hotel mesmo, por ser um parceiro do festival, onde todas as bandas e artistas se hospedaram, já dava pra ver a programação completa impressa, como essa aqui embaixo. Deu pra descansar, tomar um banho bom, afinal, tem coisa melhor do que o combo cama gigante, gostosa e fofa + chuveiro forte e banheiro grande de hotel?


Quem me acompanha no istagram (segue aí: @isabeleribeiro e @mercadoxiqueblog) viu que postei meu itens preferidos de viagem na bancada do banheiro quando tava me arrumando. Essa necessaire eu comprei em SP, na 25 de março e desde de então é só amor, por ser grande e por ser linda, claro. Sobre os produtinhos algumas leitoras sempre me perguntam e eu adoro compartilhar pra também saber o que vocês acham de cada coisinha que usam e tal, daí vamos à listinha:

- Mini desodorante Dove: cheirinho delícia...
- Perfume Tyrol: gente, cheiro mais gostoso e fofo! Ganhei da marca num convite nessa versão míni e ele vive na bolsa.
- Delineador: da Que disse berenice... já tá acabando de tanto que eu uso.
- Kit dentes: enxaguanti mini, pasta de dente mini, escova mini e tudo mini.
- Base: da Contém 1g, Velvet foudation... ela é vida! Super indico pra todo mundo porque realmente vale o preço (ela não é baratinha, queenn...), cobre super bem, dura muito e tem uma textura boa. 
- Demaquilante: comprei esse bifásico da Make B., O Boticário, e tô amando.
- Batons: sempre levo o Ruby Woo, vermelhão e o Please me, rosinha fofo, os dois da MAC.



- Lencinho de tudo: sim, sim... e se tiver estampa de bolinhas melhor ainda, rs. E não sou do tipo que tem super pena de usar... esse comprei também na 25, em sampa. 
- latinha de fusca: ganhei da minha irmã linda, que sabe o quanto sou looouca por Fuscas! Ela é da Le Biscuit e uso pra guardar meus grampos de cabelo, tem o tamanho exato da latinha. 
- sabonete para rosto: eu já tinha visto a versão de espuma num vídeo, aquele que tem a embalagem redondinha, e tinha testado o da minha irmã. Como não sabia se a versão normal (essa da foto) caia tanto a "qualidade",  acabei comprando esse, que era mais baratinho que a versão espuminha. Tá tudo certo e tô adorando... é da Dermotivin, mas assim que acabar, quero comprar também a versão mini do de espuma pra levar na necessaire sempre. 


14:00- Almoço pós descanso...



16:00 - Reunião no hotel pra ajustes finais... Super admiro como eles são comprometidos com o que fazem e cuidam de cada detalhe com muito carinho, sabe? Isso mostra o porquê da banda tá traçando um caminho tão bonito. Essa reunião serve pra falar sobre o roteiro do show, tirar dúvidas de todo mundo, ver se o técnico de luz, Serginho, tá alinhado com as ideias e etc. 



17:00- Saída do hotel. Uma pessoa da produção sempre fica responsável por acompanhar o translado da banda além do motorista da van do festival. Ela chegou no horário marcado pra pegar a banda no hotel e levou todo mundo pro local do festival, que é lá no Cais da Alfândega (onde tem uma livraria Cultura que eu amoo, mas ela tava fechada, claro...). Rolou um pouco de trânsito no caminho perto do evento, mas nada que tenha super atrasado as coisas, foi bem tranquilo. 




18:00- Passagem de som. Pronto... Chegando lá os meninos já subiram no palco pra passagem de som, o que é equivalente à passagem de palco pra bailarinos, que é quando a gente passa alguma coreografia, vê iluminação, reconhece o palco, se o linóleo tá ok e por aí vai. Pra eles o foco é mais pros instrumentos, claro, e passam algumas músicas, se tiver tempo. Geralmente, quando é um festival grande assim, o tempo é mais reduzido que num show comum, afinal, tem milhões de outras bandas pra passar som no mesmo palco. Como a Coutto é uma banda que tem um som bem específico e diferente do comum, esse é um momento que precisa de bastante atenção e comunicação com o técnico de som pra que saia tudo bem na hora do show. 



20:00 - Hora do show! Antes disso, os meninos sempre voltam no palco pra dar uma nova checada nos equipamentos e notebooks, afinal, é detalhe e cabo que não acaba mais. Feito isso, voltam pro camarim, colocam os figurinos, revisam alguma coisa do show, comem (e eu também, claro rsrs), fazem alongamento e se concentram pelo menos por meia hora antes do show começar... e aí... é valendo, hora da eletrofunfarra! 







Esse foi sem dúvida um dos shows mais bonitos que os meninos fizeram desde o início da banda. Acompanho desde sempre e sinto na pele a gratidão quem eles sentiram nessa noite. Foi visceral, emocionante, realmente uma noite iluminada. Eles mereciam um show assim. 




21:00 - Finalizado o show, que durou 40 minutos (isso é suuper rápido pra um show musical, diferente de dança), a gente tem meia hora pra deixar o camarim, porque eles precisam deixar tudo limpo e ok pro próximo artista que vai chegar. Agora é a hora de dar entrevista, tirar fotos que a produção do evento pede e claro, fazer contatos com produtores, jornalistas e outras bandas que ficam por lá, isso é muito legal porque você acaba trocando figurinhas com artistas que você é fã e que acabam falando o que acharam do seu trabalho e por aí vai.

Esse é Guite, o organizador do Festival. Foto: Elayne Bione/Instagram do Rec-Beat

Olha o figurinos deles: tem um ar meio cigano, meio mar, meio vermelho. (a maioria é roupa normal que a gente mandou tingir).
Depois disso... relaxar! Geralmente o cansaço não deixa a gente sair pra curtir o resto da noite do festival, mas ainda sai com Alisson pra dar uma volta... ouvimos um som, comemos macaxeira com queijo e carne do sol na beira do rio, ficamos jogando papo fora com os meninos no backstage e pronto... volta pro hotel, descarregar instrumentos e finalmente descansar e voltar pra casa com a sensação de dever cumprido (super merecido!).

Amor e Big, não me matem por essa foto :) 

Espero que tenham gostado de conhecer um pouquinho mais sobre o que rola por trás dos palcos... se gostarem posso fazer mais como esse ;)
Mil beijos!
Bele. 



quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Bela Gil e a cozinha mais linda do mundo

Quem aí também é fã da Bela Gil? Ela é nutricionista, apresentadora do programa Bela Cozinha, na GNT e filha de Gilberto Gil. Além disso tem uma filha chamada Flor que é um troço de fofa, é apaixonada por alimentação saudável e apresenta o programa numa cozinha tão bonita e cheia de detalhes que eu não podia deixar de comentar com vocês aqui. 

O melhor de tudo é que aquela cozinha que a gente vê nos episódios é real! Isso mesmo, a cozinha é a verdadeira, nada de cenários tipo Palmirinha, rsrs. Fica na casa de Gilberto Gil que fica em São Conrado, no Rio, onde ela tá morando desde que voltou ao Brasil, em outubro do ano passado. Bela passou um tempo fora do país estudando e trabalhando em Nova York e voltou principalmente por causa do programa, pra nossa felicidade, claro. 

O programa é um amor... como muitos da GNT (ô canal que eu adoro!). A Bela é uma fofa, faz receitas de uma forma super pessoal e simples, mostrando pra gente de uma forma bem apaixonada por cada cor, cheiro e textura dos alimentos que é possível sim se alimentar de uma forma gostosa e saudável na correria dia a dia.




O que tenho visto e tenho ficado muito feliz nas decorações de casas em geral é essa tendência de realmente ter cara de casa, ter cara do dono da casa, sabe? Muitos detalhes, objetos e plantas à mostra, mais cores, menos armários, menos clean, mais estampas. É tendência pra adotar já, ainda bem! E a cozinha da Bela é bem assim: tentei mostrar nas fotos o quanto de detalhes legais tem por lá pra gente copiar pra ontem pras nossas benditas cozinhas, independente do tamanho.


Calendário na parede, pratos estampados, recados, lembranças... Uma coisa que todo mundo tá fazendo é deixar os utensílios de cozinha sempre à mão, além de facilitar na hora das receitas, fica bem legal brincar com vários potinhos bonitos e diferentes dividindo colheres de pau e por aí vai.


Parede de ladrilhos: sim! E não precisa gastar muito e nem pense em trocar revestimento! Ladrilhos de mentirinha ativar, hehehe. Na minha primeira casinha lá na vila eu comprei adesivos prontos que imitam ladrilhos porque já sabia o tamanho deles, que geralmente variam na média de 15 cm. Mas hoje em dia já existem empresas que vão no local e medem o tamanho certinho pra você, além de poder escolher quantas estampas diferentes quiser. Esse mix de ladrilhos como a da foto em cima fica lindo, né?







A cozinha dela tem uma brasilidade que eu adoro! O revestimento em madeira clara, a luz entrando por todos os cantos, plantas e vários detalhes em vermelho e laranja, além de um detalhe que eu amo: o fogãozinho! Não é um amor? Dei uma pesquisada e ele é da marca Venax, modelo vetrô amarelo, custa na média de R$133,00 e dá pra achar online na Chamaviva.  



Outro item que eu adoro é esse escorredor de madeira, que segue a mesma linha de materiais e é muito mais charmoso do que aqueles em inox, vamos combinar. Achei em Aju na Le Biscuit do Shopping Jardins, que tem vários itens bem legais numa linha Eco super charmosa com itens como esse.  


 

E vocês, o que acharam da cozinha dela? Eu pirei e já quero a minha igual a dela, confesso! rsrs Enfim, espero que tenham gostado do post e divirtam-se brincando de decorar a cozinha de vocês também!

Mil beijos!
Bele. 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

8 inspirações para sua parede de quadros!

Santo Pinterest que ajuda nas nossas pesquisas diárias de referência para tudo, de comidas fofas à decoração de casa. Que usa o aplicativo/site sabe bem do que eu tô falando... (quem não sabe é só clicar aqui pra descobrir e viciar de vez). Quero tornar esse post uma tag "10 inspirações para...lálálá", o que acham? Sou realmente viciada em futucar coisas, estéticas diferentes, novas ideias e por aí vaí.

Decidi começar com algumas inspirações de decoração falando de itens que estão presente nos espaços há muitos anos, seja nas igrejas, nas casas ou nos teatros, sempre trazendo um significado, memória... quadros! Sim! Tô falando de quadros pintados por artistas que você admira ou pelo seu filho de 5 anos, fotografias da família ou de um lugar que sonha em visitar, ilustrações, objetos, coisas, mil coisas... de mil jeitos, como tentei mostrar pra vocês aqui embaixo, espero que gostem:

1. Um quadrão encostado na mesa. Isso mesmo, grande o suficiente pra preencher um tantinho do espaço entre a mesa (ou rack, ou buffet) e o teto, sabe? Mas a dica pra quando não rolar de ter um super quadro é colocar outras coisinhas (ou quadrinhos) nesse espaço que sobrar.

Dica: Como ele vai ser filho único, é legal caprichar na escolha da moldura e escolher um quadro bem especial.
Lado ruim: Perde um pouquinho de espaço na mesa.
Lado bom: Você não precisa furar parede e pode trocar se enjoar.



2. Meio galeria de arte. Pra quem gosta de arte, esse é o jeito certo... deixar pelo menos um cantinho da casa com cara de galeria vai te deixar no mínimo feliz, né? Dê uma de curador e brinque selecionando as peças que vão fazer parte da exposição, que tal?

Dica: Se dedique, de verdade... aproveite e leve o processo de decorar como uma brincadeira, você vai ver como é uma delícia depois ;)
Lado ruim: Se inventar uma super instalação, vai ter que ter um cuidado a mais com a forma a iluminação, limpeza e por aí vai.
Lado bom: Pra quem é criativo, louco, ama arte e gosta de experimentar... é a melhor coisa do mundo!



3. Banguncinha bonita. Eu adoro esse! Adoro misturar várias referência, cores, molduras e tudo o que for legal numa parede só. Melhor ainda é quando isso é super natural, você viaja e traz uma bandeirola: coloca na parede! Faz aniversário e ganha um quadro: mete lá na parede. Gosta da capa de um disco: manda emoldurar e coloca lá, fia! Você vai ver como é gostoso esse processo de decorar seu cantinho. O mais interessante é que no final das contas você vai ver que vai virar uma parede cheia de fotos, ilustrações e memórias.

Dica: Vale tudo, aí vai a mini lista de ideias: convites, fotos, bandeirolas, crachás, medalhas, santuários, capas de discos, objetos (sei lá, mil coisas, rs), pratos, cartas...
Lado ruim: Você vai ter que dosar e deixar o resto da sala menos "baguncinha" e mais clean, mais limpo. A parede por si só já vai ter detalhes demais (mas eu amo!).
Lado bom: Você vai precisar furar parede, colocar preguinhos e/ou usar fita dupla face (3M), ou seja, aquele parede nunca mais será a mesma caso um dia você desista da baguncinha bonita.



4. Coleções. Acho fantástico quem coleciona coisas... Seja por hobby, por paixão ou que seja, é legal ué! E realmente acho que coleções merecem lugares especiais na casa, no escritório ou onde quer que seja. Essa da foto é de lencinhos, não ficou fofo? E olha, não tem muita regra pra organizar não, viu? Como os lencinhos tinham todos os mesmos tamanhos, foram organizados bem certinhos e alinhados, mas você também pode fazer o contrário. Se joga!

Dica: Coleções de carrinhos também podem ir pra parede, por que não? É só pedir pra fazer molduras em caixaria, assim como perfumes ou outros objetos um pouco mais grossinhos que um papel normal de quadros.
Lado ruim: Ah... Acho que o lado ruim é provocar a inveja alheia da sua coleção na parede, hehe.
Lado bom: Cara, a sua coleção de coisas que você ama tá na parede mais especial da casa! Uou.



5. Mini prateleiras. Isso mesmo, grande o suficiente pra preencher um tantinho do espaço entre a mesa (ou rack, ou buffet) e o teto, sabe? Mas a dica pra quando não rolar de ter um super quadro é colocar outras coisinhas (ou quadrinhos) nesse espaço que sobrar.

Dica: Tenha cuidado quando fizer a fixação da prateleira na parede e mande fazer sempre com pelo menos 2 cm de "subidinha" na frente, ou seja, uma barreira na frente pra não deixar os quadros caírem, só por segurança mesmo.
Lado ruim: Você vai gastar um tiquinho de dindin a mais mandando fazer a prateleira, mas uma boa dica pra quem não quiser gastar muito é conseguir pallets e usar como prateleiras como essa da foto abaixo.
Lado bom: Você pode pirar o cabeção e mudar os quadros a hora que quiser (inclusive diariamente, dependendo do seu nível de loucura), além de poder colocar      



6. Pendurar de um jeito diferente. Quando vi essa foto achei o máximo! O que geralmente pode ser feito como um armengue sem querer, rsrs, pode acabar dando certo. Mas o legal mesmo é aproveitar a inspiração da foto e ver como fazer... leva a foto pra o lugar onde vai emoldurar e já compra logo uma cordinha bem legal, que pode ser rústica, comprada no mercado, sabe?

Dica: Foto pequena com clima de praia, bordona branca na foto (tipo essa) e corda rústica, lindo!
Lado ruim: Tem que ser bem feito, o negócio.
Lado bom: Super diferente, sair do comum.


7. Brincar muito! Olha que ideia massa! Coloque uma moldura vazia maior e egue vários quadrinhos pequeno sem moldura como se todos tivessem saído da moldura, não ficou legal? Segue mais ou menos a linha da "galeria de arte" que a gente comentou lá em cima e até mais baratex. 

Dica: Você pode conseguir molduras velhas em lojas que emolduram quadros. Consigo as minhas aqui em Aracaju na Casa da Moldura, na Av. Hermes Fontes (próximo à Caixa), lá eles jogam fora várias delas! Corre, fia! 
Lado ruim: Leva mais tempo pra pendurar, pensar e organizar.
Lado bom: O resultado final fica lindo e super inusitado! 


8. Sem molduras. De todas, essa é a opção mais baratas (alô, quebrados, tamo junto!). Você só precisa imprimir as fotos ou ilustras que quiser, comprar fitas colantes diferentes (hoje em dia vende até na Saraiva umas bem bonitas, viu?) e brincar, brincar muito, porque as possibilidades são mil! 

Dica: Compre fitas de diferentes cores e estampas, você consegue um resultado muuuito legal! 
Lado ruim: Você vai estragar um tiquinho a parede grudando as coisas... 
Lado bom: Mega barato, barato, barato e muito legal! 


E aí, gostaram as dicas? Se tiverem alguma diferente postem aqui embaixo, pleeease! Quero muito saber :)
Beijão e uma semana de muita luz!
Bele. 
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