Mercado Xique Blog

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Mini playlist da semana: em casa de tarde {spotify}

Aos pouquinhos voltando a compartilhar coisas da vida com vocês, semanalmente vou compartilhar as playlists que tem deixado os meus dias mais felizes. Sim, a música tem um poder surreal de me tirar do sério, de fazer um banho meu ser ainda mais gostoso, de um dia de trabalho ficar mais produtivo e até mesmo fazer os momentos de tristeza e fossa serem ainda mais dramáticos. Sim, aos que são movidos à música como eu, sigam comigo as minhas playlists tortas e super ecléticas (vão de Anita à Tim Maia, os quais sou fã, sim). 

Na dessa semana intitulada de "em casa de tarde", reuni músicas que não tem exatamente nada a ver umas com as outras, mas que de alguma maneira passaram a fazer minhas tarde de trabalho em casa mais legais, com músicas que vão de Carla Bruni à The Beatlhes. Queria destacar as que mais curto nela: 

17- Come on home, Lijadu Sisters:

Não achei letra, mas ando bem encantadinha por elas, Come on home é uma delícia de ouvir! Taiwo e Kehinde Lijadu são gêmeas nigerianas que foram bem importantes lá de 60 a 80, mas se aposentaram antes que eu nascesse. Só dá pra esperar coisa boa de um duo que misturava Jazz, Afrobeat, Reggae e Waka né, produção? Deixei um vídeozinho aqui pra vocês sentirem a vibe delas.






19- Poema, Ney Matogrosso: 

Sem comentários pra esse cara e pra essa música: uou! Lê/ouve aí:

Eu hoje tive um pesadelo e levantei atento, a tempo
Eu acordei com medo e procurei no escuro
Alguém com seu carinho e lembrei de um tempo
Porque o passado me traz uma lembrança
Do tempo que eu era criança
E o medo era motivo de choro
Desculpa pra um abraço ou um consolo
Hoje eu acordei com medo mas não chorei
Nem reclamei abrigo
Do escuro eu via um infinito sem presente
Passado ou futuro
Senti um abraço forte, já não era medo
Era uma coisa sua que ficou em mim, que não tem fim
De repente a gente vê que perdeu
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua
Que vai ficando no caminho
Que é escuro e frio mas também bonito
Porque é iluminado
Pela beleza do que aconteceu
Há minutos atrás 




24- Beatutiful Thing, Grace VanderWaal:

Nem é a minha música preferida dela, mas descobri Grace nesses vídeozinhos de facebook e me apaixonei completamente por aquela guria com tocando um ukulele verde, com as pernas finas e voz rouca. Depois descobri toda a história de que ela era uma mini estrela de 13 anos, de Nova York e que já encantava um monte de outros babões como eu cantando no America´s Got Talent. 


You think that you know my heart
And you probably do
So I'm always with you
I could stay with you for hours
In an empty room
And never get bored
Never have nothing to do
You're my other half
You're what makes me me
What makes me smile
When I fall down and can't get back, get back, get back up
On my feet
Without you here I am boring
Something inside you is triggering
It makes me myself
Makes me funny, you're a beautiful thing
We're a beautiful thing together
Even when the weather is low
You're a beautiful thing
We're a beautiful thing together
Even when the weather is low
We find the rainbow
Up in the sky
You'd say don't you cry, it's all gonna be alright
If we ever gone through a fight oh that would be bad
'Cause you know all of my secrets
But I know all of yours
We make hours turn into seconds together
The weight of the world feel like a feather
'Cause we're holding it right in our hands
You're my other half
You're what makes me me
What makes me smile
When I fall down and can't get back up, get back, get back up
On my feet
Without you here I am boring
Something inside you is triggering
It makes me myself
Makes me funny
You're a beautiful thing
We're a beautiful thing together
Even when the weather is low
You're a beautiful thing
We're a beautiful thing together
Even when the weather is low
You and me
Together, we'll forget what we have been told
We'll live in our own dream world
You and me, forever
We'll forget what we have been told
We will take on the whole world
Without you here I am boring
Something inside you is triggering
It makes me myself, it makes me funny
You're a beautiful thing
We're a beautiful thing together
Even when the weather is low
And that's a beautiful thing


 


Espero que tenham gostado, virão outras playlists aleatórias por aí, mas se quiser já fuçar, tô por lá também, é só seguir meu perfil no Spotify: isabeleribeiro :)

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Novas estradas:fusca 66, Bob Dylan e tshirt












Sobre o look:

Look que faz a gente ficar arrumadinha, mas é a coisa mais confortável da vida: camisetona (essa é tamanho G, sempre gosto de tamanho maior porque fica mais confortável ainda!) e saia lápis jeans com courinho, tô apaixonada por ela, tudo da Dok. O sapato é o Isabelli nude, da Arezzo, que vai com todo tipo de roupa, ou seja, bom demais!

Look: Dok (@dok.modas)
Sapato: Arezzo (@arezzoaracaju / @arezzo)
Fotos: Klayfe (@klayfe)
Locação: Parque da Sementeira (Aracaju-SE)

Agradecimento especial ao dono do Fusca 66, Marco Antônio, obrigada pelo amor em quatro rodas e além disso. 


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Ensaio: Touch, por Franklin Maimone!

Quem me acompanha deve ter visto que depois do Rio dei uma passada por São Paulo pra aprontar umas coisas, dentre elas, cortei o cabelo, reencontrei pessoas e fiz esse ensaio suuuuuper diferente com essa equipe querida que morava em Aracaju (e aqui aprontávamos também) e agora estão todos por lá, pra fazer ainda mais danadices. Foi uma experiência incrível poder sair do comum com maquiagem, cabelo e figurino completamente diferentes do mim. Tô amando poder entrar em outros personagens fora do meu caminho, sabe? E claro, compartilho aqui com vocês todas as fotos, espero que curtam como eu curti :) 


















Fotografia: Franklin Maimone 
Beleza: Valéria Mota
Assistência: Ricardo Sylos


terça-feira, 31 de janeiro de 2017

#beleresponde: perguntinhas sobre criatividade, minhas tatuagens e sonhos!

Passando pra avisar que tem vídeo novo no canal! Yey! :) Gravei lá em SP numa horinha rapidinha que tive antes de sair de "casa" respondendo as perguntas que vocês deixaram pra mim lá no instagram (segue aí: @isabeleribeiro) e eu já digo que amei fazer. Acho que é uma forma legal de a gente se aproximar ainda mais, de vocês entenderem um pouco do meu mundinho e a gente compartilhar coisas da vida. Aproveitem pra pasar lá, curtir, compartilhar com os amigos e se inscrevam! 


domingo, 29 de janeiro de 2017

Sobre viajar sozinha e navegar num Rio que me tirou do chão

Eu te preciso confessar que tive a melhor viagem da minha vida. Não, não fui pra Ásia visitar um guru (que conheci lendo Comer, Rezar e Amar) ou tomar um sorvete cremosamente italiano, muito menos fui à Paris como sempre sonhei desde menina. Aliás, como são engraçados os nossos sonhos... Rondam nossas cabecinhas ansiosas à procura de um novo desejo a toda hora, toda hora. A minha, coitada, borbulha diariamente, que se deixo à solta, dá até falta de ar de tanto sonhar.
Olha, mas sem fugir do assunto... É que eu fui pro Rio de Janeiro. Eu fui sozinha pro Rio, eu precisava ir sozinha.
                Eu preciso te dizer também que, antes de qualquer coisa, voltei a me reconhecer como a personagem do filme que tava na prateleira mais escondida da locadora há algum tempo. E que delícia se sentir inteira sabendo que a gente é a nossa melhor personagem, nossa melhor companhia... Acredite em mim, viajar sozinha é a coisa mais forte e libertadora que pode existir nessa rápida e doida existência humana.
                Eu tô falando de todas as ruas que andei sempre cheias de edifícios antigos, das amendoeiras gigantes que faziam sombra embaixo do sol que ardia na minha pele branquelinha e que (desculpe, mãe) eu fazia questão de queimar. É como se eu quisesse tatuar o Rio pra sempre, não sei se você me entende. Eu tô falando do sotaque malemolente e que dá vontade até de dançar de tão alta e gostosa que é a música. Tô falando da água gelada e salgada, dos livros nas prateleiras dos sebos e livrarias de rua, da areia grossa e até da falta de medo, que ó... dá até medo de pensar.



  

                Tô falando da Zélia, que conheci quando entrei no metrô e perguntei sobre qual estação descia se eu fosse ao Leblon. Mal sabia eu que ela, com seus 75 anos e lindos cabelos brancos, também estava andando sem rumo com apenas um objetivo: descer em qualquer estação para conhecer a cidade. Resultado do conto: uma manhã inteira passeando nas ruas da Barra, com direito à água de coco (sete reais, socorro) na beira da praia falando sobre a vida e sobre a importância de ler todas as placas possíveis nas esquinas, que trazem o significado e origem dos nomes das ruas.
Depois disso, voltamos o caminho, com toda a calma que a idade e a experiência trouxe pra ela, sentamos juntas no metrô e nos despedimos com um abraço de até logo. Assim foi pra mim, num Rio cheio de entrelinhas, nos despedimos com um desejo de continuar a conversa que ficou por terminar, de saber que não sabíamos quando e se ainda nos cruzaríamos na vida de novo. E o até logo traz, no meio do caminho, a certeza de que sim: a gente é uma nota só nesse mundão de Bossa Nova.
                É, a gente é sozinho mesmo. Só, só mesmo, de dar dó de tanta solidão. Por mais que a gente ame todo mundo, tenha uma família linda, o amor da vida ou amigos daqueles que aparecem quando você menos espera, a solidão é fato. E a solidão é bonita no seu tom mais agridoce. A solidão me fez companhia nas andanças pelo Flamengo, por Botafogo e até no pé no morro da Urca, quando não tinha mais calo pra abrir nos pés. Exatamente como a sensação de tirar as sapatilhas de ponta depois de um ensaio. A gente sente um prazer que não se sabe explicar. E, sim, uma das coisas que aprendi nessa viagem: a gente não precisa explicar tudo.



{...}


                Dentre outras muitas coisas, quero compartilhar aqui uma lista do que você definitivamente precisa fazer no Rio (de acordo com o que eu fiz, que não fui muita coisa diante do que parece ter sido pra mim):

1.       Visite o Museu do Amanhã. Compre o ingresso (R$20, a inteira) antes, pelo site, e vá com disposição para esperar nas filas enormes. Se o seu nível de sensibilidade for alto, algum cisco vai cair no seu olho quando assistir logo a primeira parte da exposição, que fica no segundo andar (tente uma vaga para assistir deitado nos almofadões). Se você gosta de Arquitetura, é quase uma obrigação conhecer essa obra de Calatrava por dentro e por fora.  Ps.: dia de terça é de graça, mas não faça isso se ainda quiser conhecer outras coisas no mesmo dia e ah, chegue de VLT rapidinho descendo na “Parada dos Museus”.






2.       Vá à praia (Leblon, Barra ou Ipanema) tome uma água de coco (socorro, por R$7!), compre uma canga redonda (não comprei, me arrependi, mas vi umas lindas passando) e fique lá vendo o tempo passar. Leve um livro ou coloque os fones com uma playlist criada antecipadamente com todos os hits da Bossa Nova, quanto mais clichê, melhor. Ah, se for sozinha, pare exatamente ao lado de um dos chuveiros, você vai poder se refrescar e ter a certeza de que ninguém vai levar sua bolsa, rs.
3.       Vá ao cinema. Nesses cinemas “de rua” e assista a um filme independente ou qualquer um que te agrade, compre pipoca e refrigerante. Eu assisti La La Land no cinema da Net, em Botafogo, em frente à Livraria da Travessa. Foi o filme perfeito pro meu momento.
4.        Fuja de shoppings. Shopping tem em todo canto e são quase sempre as mesmas coisas, a não ser que você encontre uma bela de uma Forever 21 em promoção, uma farmácia (amo farmácia) ou uma TokStok. No mais, esqueça shopping.
5.       Vá ao Centro e visite o CRAB (Praça Tiradentes), lá tem uma exposição chamada Territórios que você precisa conhecer. Na mesma praça você encontra uma pequena lojinha “ching-ling” de chapéus por R$15 contos em média, além de todas as lojinhas de trecos espalhadas pelo centrão. Nesse caso, coloque a bolsa pra frente e ande sempre grudada em alguém que lhe pareça minimamente confiável (sem fazê-lo achar que você é maluca e está o perseguindo, por favor, você vá revezando sempre pra sua própria segurança).



6.       Se permita ir ao Astor, tradicional bar em Ipanema. Vale experimentar os famosos drinks e pedir uma porção de qualquer coisa (os pasteizinhos sortidos são uma boa pedida), porque o que mais vale é o atendimento incrível, a música, a vista, a companhia, claro, e ficar observando os gringos passarem falando suas mais diversas línguas.

7.       Faça as coisas que não consegui fazer dessa vez (sim, porque terão outras tantas vezes): vá ao teatro, faça uma trilha, ande de bicicleta na Lagoa Rodrigo de Freitas, vá à Feirinha Hippie de Ipanema (fui da outra vez) e vá ao Parque Lage, fiquei na vontade disso tudo, o que me faz já pensar em quando vou conseguir comprar a próxima passagem. 


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Look do dia: good vibes e muito amor!






Bota: Arezzo
Short: Toli
Camiseta: Lemonade Club
Colar: Toli
Maxi tricô: Toli (é um vestido também! Olha ele aqui embaixo, usei na virada de ano!)



Daily vlog: um dia de trabalho comigo #janeiro

E tem vídeo novo lá no canal! Uhuuu!
Levei vocês pra acompanhar um dia cheião de trabalho comigo, daqueles que tem 4 turnos, sabe como é? Fiz fotos com Anne Pacheco pra coleção nova da Lemonade Club, marca dela, e mostrei com pouquinho como as roupas e o lugar são lindos. Depois rolou gravação de cliente de mídias, do Mercado Xique, psicóloga (não mostrei, claro rs) e no final do dia ainda rolou gravação de vídeo com Dani Goes ensinando a fazer make linda e diva lá pro canal (sai tipo, esse final de semana já!).





Espero que tenham gostado e curtam, sigam o canaaaal!

Beijos,

Bele.


Vitrine

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